“Lily, Don’t Hold Back“, lançada por Patrick Armould em 28 de agosto, parte de uma situação que dificilmente seria recomendada como receita para um relacionamento: gostar de alguém que parece trazer problema atrás de problema.
No folk pop, Armould escolhe tratar isso com cumplicidade. A canção funciona porque não tenta vender esse casal como modelo de romance. A melodia passeia pelo acústico como também pelo contagiante (falo da intensidade sonora).
O músico encanta em cada verso, aproveitando o lado confessional do folk. De forma resumida podemos dizer que “Lily, Don’t Hold Back” é uma canção romântica de contornos descontraídos.
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