Stephen H. Cumberbatch, também conhecido como C’batch, é compositor, autor, produtor e músico (com ênfase na guitarra) de White Plains, Nova York, Estados Unidos. Ele também é programador de teclados, sintetizadores e samplers, tendo trabalhado em parceria com diversos profissionais da música.
Stephen é um membro ilustre da ASCAP. Entre seus muitos trabalhos publicados, em colaboração com outros artistas, estão: “I Need You Now*” de Sinnamon, “Let Me Do You**” de NV, “Playgirls” de Kreamsicle e “Geisha Love” de Eleanore Mills.
Os projetos mais recentes de Stephen incluem trabalhos para sua própria editora, a Stevette Music, Inc., uma pioneira editora musical independente, produtora musical e gravadora. Fundada em 1984 pela dupla visionária Stephen e Yvette Cumberbatch, a Stevette Music também é membro da ASCAP.
Atualmente, Stephen está trabalhando e planejando lançar uma série de coletâneas de sua música pela Stevette Music, Inc., que refletem sua jornada musical de longa data por meio de suas variadas influências musicais. Dentre elas estão as coletâneas duplas “The Vault 1” e esta, do qual iremos destrinchar, que ganha o título de “C’batch The Vault 2 – Soul/R&B/Pop/ Rock/Reggae”. São dois trabalhos que mostram a abrangência e versatilidade de um artista viciado em compor e com um talento nato.
Enquanto no trabalho anterior C’batch apostou numa abordagem instrumental, aqui ele insere vocais nas composições, provando que sabe trabalhar com diversos métodos mantendo suas características. Tudo em 20 músicas, onde ele também mantém sua objetividade, já que consegue executá-las, em forma de disco duplo, em 1 hora e quinze minutos.
O disco abre com um hit inspirado no soul / R&B oitentista. Afinal de contas, a faixa “Will This Be The Last Time?***” bebe nessa fonte e já deixa uma ótima impressão desde o início. “Giving You All My Love”, uma expressão sincera de devoção, vem com um beat bem sacado e aquela leve influência do hip-hop.
“The Word Is Out (Will I Get Over You?)” chega vibrante, com os graves comandando e um vocal feminino doce, mas imponente. A faixa intimista traz um ar mais sisudo. Enquanto isso, “Found What’s Right For Me (Alternate Version)” ganha um contexto acústico que se entrelaça a uma bateria programa de fundo e belíssimos vocais.
Os anos 80 ganham vida novamente na faixa “Hey Victoria”, com seu leve toque new age e refrão pegajoso (no bom sentido). Já a balada “Call On Me” revela aquela mescla entre soul e funk que sempre funciona, com destaque para as guitarras básicas, mas fundamental.
“Round & Round***”, que aparece em versões alternativas no disco anterior, aqui retorna cheia de sentimentos e com um trabalho vocal primoroso. Com um piano magistral, “Next Time (I Won’t Be Falling)” mantém o encantamento soando como uma perfeita e atemporal balada funk.
A reta final do primeiro disco traz uma trinca fenomenal, onde “All Things Are Possible (Alternate Version)***” traz um groove e leve tempero latino, enquanto “Can I Hold On?” traz uma guitarra primorosa e vocal cheio de sentimento e “(Mi Wan Yu Fi) Rock Dat Pum Pum (Reggae)” feche com uma batida inspirada no afrobeat.
O disco 2 abre com a versão original de “Will This Be the Last Time?”, provando que estamos diante de um hit de C’batch. Já “Giving You All My Love” ganha aqui uma versão alternativa e “Hey Victoria (Alternate Vocal Version)” já é entregue pelo seu título, mostrando as linhas vocais mais encorpadas.
“Call On Me (Alternate Vocal Version)” também ganha esse contexto, mas chama atenção por trocar as bases de guitarra por um lindo dedilhado de violão. “Next Time (I Won’t Be Falling)2” chega também com uma versão alternativa que chama atenção pelo fundo mais requintado.
E mais uma versão de “Round & Round***(3)” mostra que estamos diante de uma música completa e versátil, que funciona em todas as suas execuções, o que serve também para a belíssima “All Things Are Possible**”, que aqui ganha um trabalho vocal mais encorpado e uma dose extra de energia, que deixa a faixa ainda mais contagiante.
O disco vai chegando em sua reta final com a belíssima balada soft rock “Can I Hold On (Alternate Version 2)”, que deixaria Bryan Adams orgulhoso e tocaria facilmente em qualquer rádio de hits dos anos 80/90.
O disco fecha com uma versão alternativa de “(Mi Wan Yu Fi) Rock Dat Pum Pum (Alternate Version)”, que tem a batida afrobeat fazendo pavimentação para um trabalho de linha vocal primoroso, onde vocais femininos que se encaixam bem no pop atual dão a energia e graça necessárias.
Com sua abordagem que abrange diversos gêneros e composições emocionalmente impactantes, The Vault 2 se destaca como uma continuação e uma evolução da série de arquivos de C’batch. Ele atinge esse objetivo e de uma forma que soa honesta, já que as faixas são destiladas de uma forma natural e com uma produção primorosa.
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