Delicada, fresca e aveludada, a canção já é capaz de estimular, no ouvinte, uma sensorialidade interiorana que lhe permite se aconchegar na leveza e na simplicidade que o ar bucólico pode oferecer. De instrumental equilibrado, em que cada elemento sonoro pode ser adequadamente saboreado tanto individual quanto coletivamente, a faixa, invariavelmente, tem, no banjo, o fator que desfila charme.
Mesmo diante dos pulsos firmes e bem marcados da bateria, a canção continua desfilando sutilezas e delicadezas, qualidades que são levemente equilibradas com o timbre grave e levemente nasal de Robert Leonard. Cheia de brisas nostálgicas, Nashville é uma obra em que o vocalista explora um peso emocional moderno que toca o ouvinte.




