Às vezes é difícil não se contaminar com a energia de certa canção ou om os meandros sensoriais propostos por determinado instrumento. De certa forma, essa é a verdadeira intensão de um artista do ramo da música. Felizmente, desde o início a presente composição conseguiu alcançar tal feito. Fazendo o ouvinte mergulhar em um universo introspectivo cheio de nuances melancólicas, a faixa ainda é capaz de construir um alicerce de intensidade pegajosa.
Explorando naturezas estruturais urbanas, de ambiências noturnas e de sensorialidade um tanto sombria, a canção combina beat sincopado com sintetizadores de natureza gélida. A partir desse meandro, Nuk, com seu timbre levemente azedo, faz com que o ouvinte invariavelmente imerja em seu mundo. Em sua proposta narrativa.

Enquanto o escopo rítmico faz, da sua existência, uma defesa ao senso de movimento calcado em uma estrutura sincopada, o vocalista, através de seu movimento lírico igualmente cadenciado, promove a percepção de que a canção é, inquestionavelmente, um produto calcado no rap. É assim que Haters Pressed encapsula a postura crítica do vocalista em relação à visão alheia sobre sua índole. Ainda assim, a faixa, em última instância, é um material que estimula e ensina o ouvinte a ser sincero e honesto consigo, sem se deixar abalar pela visão do outro em relação a si.
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