Sua ideia é de promover o temor, a insegurança e um toque cinemático curioso associado à estética de longas-metragens de terror da década de 80. Ainda assim, é interessante perceber como a obra brinca com a noção de sensualidade, cinismo e deboche em meio a um clima noturno de brisas funestas.
De ritmo trotante e uma guitarra de riff aveludado que induz o espectador à percepção do blues em meio à sua receita sonora, a canção é narrada por uma voz masculina intermediária e rasgada que enaltece a ideia de comicidade. O que mais chama a atenção em sua estrutura é que Zombie King, com seu blues rock, consegue rememorar a estética sonora de nomes como Alice Cooper e ZZ Top.
