Existe, aqui, uma doçura delicadamente associada com brisas melancólicas que preenchem a atmosfera com certo quê de ternura. Sensibilidade perceptível em virtude da brandura com que o violão domina o escopo melódico da introdução, ela se mantém altiva e consistente, ganhando ainda mais força quando Julie Biens entra em cena com seu timbre levemente rouco.
Sensível, intimista, aromática, envolvente e amaciada, a composição chama a atenção do espectador pela sua natureza encantadoramente envolvente. Ainda, é preciso pontuar, que quanto mais a obra se desenvolve, mais ela deixa escapar uma identidade romântica penetrante. É assim que The Perfect Man captura o coração do ouvinte, o qual ainda se perde pelas emoções cruas e pelo lirismo honesto oferecidos pela obra.




