Em meio à sua delicadeza fresca e tocante, a composição é capaz de envolver o espectador em um universo sensorial regida pela mais frágil nostalgia. Aromática com seu toque suavemente floral, a faixa, em meio à combinação dos suspiros da guitarra com os pulsos firmes e concisos do baixo, consegue construir e difundir uma energia penetrantemente romântica.
Assim que o conteúdo se inicia, a faixa é abraçada por uma sensualidade ausente de qualquer menção sexual. Vivida pelo timbre agudo e equilibradamente doce de Adri Torron, o viés verbal de Tercer Grado convida o ouvinte a mergulhar em um universo aconchegantemente saudosista sobre um amor colegial.




