Já teve aquela experiência do qual nos primeiros acordes você já nota que está diante de músicos experientes, mesmo sem saber exatamente quem está tocando? Pois bem, essa é a sensação quando damos play neste disco intitulado “Echoes of Us” e que representa o novo disco de Steve Maggiora, que simplesmente tocou teclado com o Toto de 2020 a 2024.
Trabalhando ainda com nomes como Ringo Starr, Joe Bonamassa, GoldFord, Maggiora é um artista completo que, além de compor, tocar e produzir, dedica-se a lecionar música, com ênfase nas teclas, o que mostra que ele é um grande contribuinte da arte,
Só para contar um pouco mais de quem se trata, Steve Maggiora é cantor, compositor, tecladista, produtor e músico de turnê. Norte-americano, ele chega agora com o álbum “Echoes of Us”, sucedendo o trabalho “Unburdened” (2025), e é conhecido por seu trabalho solo e como tecladista, além do Totot, no grupo Robert Jon & The Wreck.
Com uma boa diversidade musical, “Echoes of Us” é um álbum de 11 faixas que fala sobre amor, conexão, mudança e o aprendizado de olhar para os capítulos de nossas vidas com gratidão, em vez de arrependimento. Tudo isso mostrando Steve transitando por diversos estilos, conseguindo temporizar cada canção.
O álbum conta com um talentoso time de músicos de estúdio, incluindo. Além de Maggiora, que ficou por conta dos vocais, teclados, programação, produção e mixagem (Toto, Ringo Starr, Joe Bonamassa, GoldFord) ainda traz John Philbrick nas guitarras (Gregg Bissonette, Randy Cooke, Justin Gariano), Ryan Smith na bateria (James Blunt,, Joey Fatone, Montell Jordan, Lance Bass) Curtis Kelley na bateria (GoldFord, Allen Stone, Eric Krasno) Alex Kyhn no baixo (Macy Gray, Sabrina Carpenter, GoldFord, Iann Dior) Jake Hayden com elementos adicionais de bateria (Dorothy, Missing Persons), Frank Reina com elementos adicionais de bateria (Scott Weiland, Colbie Caillat, Dionne Warwick, Dave Mason) e foi masterizado por Mike Fossenkemper (Santana, Herbie Hancock, Miles Davis) no TurtleTone Studio.
A faixa título abre o disco com a sensibilidade e energia que Steve adquiriu com o tempo, onde elementos que vão do soft rock, pop e americana abrilhantam a canção, convidando para entrar no álbum com a mente aberta.
Ainda entre os destaques, “Half-Light” e seus metais vibrantes, um piano moderno, mas atemporal (característica de Steve) mostra porque não foi um dos singles prévios. Por fim, ainda ouça o pop rock atual e com fundo bluesístico “Kinda Like a Magic”, que encanta pelo seu som progressivo e uma energia ímpar. Mas, vale à pena ouvir os quase quarenta minutos de som, além da voz de Steve que é belíssima.




