Seu despertar já faz com que o ouvinte fique com os olhos brilhando e o sangue fervendo não de adrenalina, raiva ou intensidade. Ele ferve pela vontade de dançar, de curtir a brisa do mar e de se encantar pela temperatura gelada de uma cerveja descendo pela garganta em uma noite quente de verão carioca. De postura doce e expansiva, mas educada e amaciada, a canção chama a atenção pela sua natureza e, portanto, pelo time de instrumentos adotados para compor seu escopo rítmico-melódico.
Pautada na forma mais tradicional da bossa nova, a canção conta com bateria, clarinete, e um instrumento de metal que parece ser o saxofone. Construindo, a partir dessa interação harmônico-rítmico-melódica, um contorno cheio de sensualidade e contágio, não é difícil para que o espectador note que a canção, invariavelmente, bebe de influências do swing tradicional extraído do jazz e de seu charme de requinte acalentador.

De baixo equilibrado a ponto de fornecer a consistência ideal, sem interferir, portanto, na suavidade e na sensualidade que tanto marcam a paisagem sônica em exercício, a obra chama a atenção, também, por ter, em si, linhas líricas onomatopeicas que, no comando da voz adocicadamente aveludada de Marina Marchi, acompanham o mesmo movimento do clarinete. É assim que Jon Gold apresenta esse instrumental dançante e abrasileirado chamado Squirrel Samba.
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