“RHYTHM”, lançado em 29 de outubro, confirma Horizyn como um dos poucos nomes capazes de transformar o drill londrino em território de experimentação estética e identidade cultural.
O artista cruza universos improváveis — o peso das 808s e o lirismo de A.R. Rahman — sem reduzir nenhum deles. O resultado é uma colisão sonora controlada por inteligência rítmica e precisão emocional.
O sample extraído do filma Taal surge como espectro melódico que flutua sobre batidas densas e compassos irregulares, criando um diálogo entre tradição e modernidade.
No fim, “RHYTHM” é menos fusão e mais síntese — uma afirmação estética sobre o que o drill pode se tornar quando tratado como arte, não fórmula.
Confira:
