Mais um trabalho de MatAre em mãos e a certeza de que este é um artista que sabe muito bem onde pisa, mesmo sendo sempre versátil. ‘Mesmo’ porque Mat dificilmente se repete, mas isso não significa que ele não tenha uma personalidade, muito pelo contrário. Ele se inspira no rock alternativo e pop oitentista, mas entrega sempre sons atemporais.
Temos em mãos uma das provas disso, inclusive da versatilidade e atemporalidade. Desta vez ele aposta em um som mais introspectivo, que bebe na fonte do gótico, mas sem se prender ao rótulo e ainda mantendo toda a sua identidade.
Trata-se de “Epilogue”, faixa que traz um som sombrio e levemente gélido, com melodias soturnas e vocais um tanto quanto vampirescos. Mas, a música não soa vanguardista e/ou épica, e sim parece vir de um espaço livre de luz e ruídos mais descontraídos, gerando um clima realmente preto e branco, além de denso.
Apesar disso, “Epilogue”, que conta com uma produção primorosa, feita pelo próprio Mat em seu estúdio caseiro, traz uma batida cativante, guitarras discretas e teclados que fazem uma cama concisa ao fundo. O baixo marcante é um dos grandes destaques, enquanto a letra desafia os ouvintes a refletir sobre os erros do passado do mundo.
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