Um sonar sintético e de natureza levemente ácida cresce na atmosfera de maneira gradativa até levar o ouvinte no verdadeiro despertar do primeiro verso. Nesse instante, a composição se afasta, mesmo que brevemente, da ideia de ser uma representante da seara new wave para se arregimentar como um importante produto pop.
De beat pulsante e suavemente pipocante, a canção logo recebe a presença de uma voz masculina afinada em seu tom equilibradamente grave. Vinda de San Sebastian, ela é responsável por inserir, na obra, texturas que ajudam a ampliar seus demais sabores já apresentados em sua paisagem estética.

Misturando nuances eletrônicas a partir de seu arranjo, a obra vai enaltecendo a sua natureza dançante enquanto mostra o cantor se aventurando por melismas bem executados. Tornando a atmosfera contagiante e levemente sensual, o vocalista, no recorte narrativo do refrão, mostra, com mais destaque, a similaridade entre o seu timbre e o de Jack Strify em virtude de sua afinação equilibrada na quantidade de grave.
Dançante em sua máxima essência, Madness traz consigo uma energia curiosamente vibrante e audaciosamente motivacional. De maneira a incitar o ouvinte à vida, a composição, através da fluidez entre o introspectivo ao expansivo adotado por Sebastian, evidencia a mensagem de autovalorização, marcando seu enredo como algo puramente incentivador.
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