Ela não é apenas pulsante e, muito menos, apenas e tão somente dançante. Diante de sua paisagem noturna capaz de incentivar o espectador a se deixar levar pela leveza, mas também pelo compasso bem marcado, a obra se deleita perante os pulsos groovados e encorpados providenciados ativamente pelo baixo. 

Quase como se fosse capaz de flertar brevemente com a esfera do funk em razão de sua essência cada vez mais sensual e sincopada, Breaking Up se transforma em uma daquelas canções em que a resistência não existe. Não é de se espantar, então, que, ao primeiro toque da presente melodia, ele se posicione no centro da pista de dança e deixe a noite reger seus movimentos.

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