A canção já nasce com potencial de ser envolvente, penetrante e viciante. Não apenas em razão da melodia desempenhada pelo violão em meio ao seu breve reverberar sonoro seco, mas especialmente pela união desse elemento com a voz de Joyce Tan, a qual se mostra equilibrada entre agudez e dulçor, a faixa exibe um contorno graciosamente penetrante.
Melodicamente fresca e mansa, a faixa oferece boas doses de uma delicadeza que flerta com o transcendental conforme o som extraído do violão vai ganhando uma identidade estática e de nuances estridentes que chega a apenas sugerir o uso de i.a na sua elaboração. Independentemente disso, distance dreaming, com seu tom acústico, encanta o ouvinte desde o seu primeiro acorde.




