Sensual e já conseguindo transpirar nuances de uma leveza curiosamente exótica, a composição envolve o espectador diante de sua proposta de unificação entre sonares digitais e orgânicos de aparência igualmente frágil. Chamando a atenção do espectador por ser guiada por um escopo lírico baseado na cadência sincopada do rap, a obra une maciez com um compasso levemente acelerado.
É, inclusive, nesse ínterim, que o escopo rítmico escancara, gradativamente, a sua identidade regional e autêntica inerente ao afrobeat. Fresca e educadamente sensual no que tange a aquisição da sensorialidade da maciez, Jeje é onde Dumomi The Jig motiva o espectador a se manter fiel à sua essência.




