A canção não se destaca apenas pela utilização de uma sonoridade sintética na regência de seu processo introdutório, mas, especialmente, na forma como ela combina esse fator com os primeiros vislumbres do enredo lírico. Contando com fatores como elementos percussivos e instrumentos de sopro, a faixa vai ganhando nuances de vivacidade e, inclusive, boas doses de movimento.

Capaz de entorpecer o ouvinte com os já referidos vislumbres líricos, a canção os apresenta sob moldes de ordem e empoderamento entoados por uma junção de vozes que os repetem em um looping quase hipnótico até que, enfim, o verdadeiro escopo verbal se inicia e tira o ouvinte de seu estado de profundo torpor. Ocasionado pela voz grave de Chris Oledude, ele se apresenta no exato instante em que a música permite que o ouvinte perceba não apenas a sua identidade calcada no soul, mas a sua postura curiosamente dançante.

Sincopada, aromática e, consequentemente, envolvente de forma a rememorar um clima de danceteria dos anos 80, a canção explora o piano de forma a colocá-lo no patamar do protagonismo harmônico-melódico. Macia e fluida, If A Woman Had Made The World é uma obra em que Oledude, inspirado nas lendas Ella Fitzgerald, Lou Rawls e Al Jurreau, mas, principalmente, destaca a importância e o peso da voz feminina na construção do mundo.

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