Fitz Brother lança duas canções de nuance pop rock

Pode até ser que seu despertar sugira o suspense, o enigmático. A insegurança imediata em virtude da maneira com que o sonar do sintetizador se combina com o riff monossilábico e seco do violão. No entanto, a voz rouca de Fitz Brother acaba espantando essa sensação e tornando a paisagem sônica de Passenger Time em algo introspectivo e de nuances até mesmo motivacionais em meio à sua dramaturgia.

Ao contrário do que foi vivenciado na canção anterior, Colorblind acaba explorando, sem medo, um caráter emocional inquestionavelmente dramático e introspectivo. Calcada em um canto à capella, a faixa vai se apoiando em sobreposições vocais que a sugerem uma conotação não somente espirituosa, mas, até mesmo, transcendental.

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