É verdade que ela traz uma estruturação swingada e sincopada. Um desenho arquitetônico que envolve o espectador por meio de sua leveza e frescor irresistíveis. Lembrando a estética das canções de soft rock ou, ainda, de uma vertente mais praiana, a composição traz boa participação do baixo, enquanto o lirismo é vivido por meio de uma cadência rappeada.
Encorpada, sensual e contagiante, a faixa é marcada por um beat hipnótico e por uma guitarra que, agraciada por notas agudas e ecoantes, promove uma interessante aquisição de uma sensorialidade aconchegante e reconfortante. Na companhia de Watsky, Sol e Harrison Sands, Dylan Owen faz de Evergreen Nights uma canção simples, mas empolgante.
