Sua estrutura já evidencia, sem qualquer menção de enrolação, uma natureza dançante bastante atraente. Ainda que regida por uma instrumentação sintética, a faixa é agraciada por uma cama melódica que sugere o veludo e a consequente percepção de conforto. Enquanto isso, o enredo lírico, por meio dos falsetes bem executados por Sam Ostler, enaltecem o viés inerente à tração e ao contágio.
Mergulhando em um universo capaz de flertar diretamente com o EDM e o electro pop, a faixa é agraciada por momentos em que Ostler surge de voz limpa, de forma a proporcionar ao ouvinte uma degustação mais clara de seu tom agridoce. Com pulsos bem delicados percebidos ao fundo, a canção, nesse ínterim, se permite explorar a dança, o frescor e a cenografia noturna sem perder a sua delicadeza estética.

Entorpecente, mas cada vez mais atraente, a faixa explode em um refrão que, surpreendentemente, não faz o ouvinte fritar e se extasiar no centro da pista de dança. O ápice da obra faz, sim, com que o espectador queira dançar, mas essa vontade acontece em meio a um clima introspectivo curioso que transpira nuances motivacionais intrigantes. Não é de se espantar, portanto, que Dancing In The Stars seja uma canção que, muito além de tratar da resiliência, destaca a necessidade e a busca por esperança.
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