É até curioso. Afinal, a forma como o cantor brinca com as texturas e com a paisagem sônica do sintetizador muito acaba rememorando a paisagem sônica de canções endereçadas a figuras como Anitta e Ludmilla. Aquém dessa aparente similaridade estética, a canção, depois de envolver o ouvinte em uma sequência de versos líricos repetitivos, o deixa experienciar a liberdade em meio a um universo puramente dançante.
De paisagem noturna e energia vibrante, a canção, por meio de seu beat pulsante, inquestionavelmente acaba não apenas explorando, mas, essencialmente, motivando o ouvinte a dançar e a ter, na pista, o centro de sua narrativa. É assim que Mastro constrói, sob uma house music de ótica francesa, a cenografia de I Be Dancing.




