Não existe desacordo ou discussão contrária a respeito da energia e da estrutura oferecida pela canção. Afinal, desde seu despertar imediato ela vem desfilando frescor e uma natureza dançante curiosamente empolgante. Proporcionando ideias preconcebidas de funk em virtude da performance do baixo, a faixa, em verdade, se arregimenta na forma de uma crepuscular obra neo-soul.
Sensual, delicada, doce e fresca, ela traz consigo um frescor envolvente e um compasso rítmico bastante atraente que faz com que o espectador se perceba recebendo a brisa do amanhecer em plena praia deserta. Sunshine, com esse arranjo sonoro-sensorial, desemboca em um refrão gracioso que contagia a audiência e a faz vivenciar o êxtase da leveza interior.