Mais uma estrela surge no estado do Texas (EUA)! O nome dela é Amara Fé que em agosto estreou com o álbum “Reborn”. Sua inspiração é tanta que hoje ela apresenta um novo disco, “Shift”. Aqui, a cantora de Mission começa o ataque com “Eyes on me”, uma composição que confirma o estilo EDM da moça. A segunda execução está reservada à canção “She’s the light”, com vocais fortes e sedutores e batidas sequenciadas. Por falar em vocais, em “Try me”, Amara diversifica a sua técnica mostrando total domínio em sua própria arte. Isso nos dá impressão que a cantora, mesmo em trechos complexos, faz tudo parecer fácil.

O repertório de “Shift” se deslancha com “Love loyal”, com um clima divertido, base cativante e uma inclinação à música eletrônica moderna, como no estilo de Lady Gaga. Isso seria uma boa referência para você? Escute-a e tire a sua conclusão. Por aqui, o track list discorre com “Ride for me” que possui ótimo refrão e, mais uma vez, força na garganta sem medo de desafinar. Para finalizar este parágrafo, temos que citar o nome do compositor, engenheiro e produtor Christopher Lynn King Jr. que criou todo esse cenário para que Amara, em músicas como “Whole vibe”, possa distribuir os seus predicados.

Ao darmos continuidade à audição, caímos em “Call me out”, que leva uma batida cadenciada misturada a um tempero latino. Será que a nossa dupla de cantora e compositor andou ouvindo Shakira antes de gerarem esta canção? De um ritmo ‘caliente’ a outro mais na conta do R&B, Amara vem com “The storm i crave” com uma proposta mais na linha da balada eletrônica. Quem faz distinção à música latina e ao R&B é “Look my way”, que é inteiramente inserida no termo música dance eletrônica com influências da cena do ano 2000.

A décima faixa deste álbum que simplesmente contém 24 canções, se chama “Like wifey”. Esta é mais uma música com recursos modernos, que deixam a sonoridade com linhas melódicas aconchegantes. De maneira idêntica, “Again” também cativa pela sofisticação, inclui-se também a elegância das linhas melódicas, sendo que, aqui, o suingue é mais acentuado e mais balanceado. Agora, se você gosta de uma pegada forte, a canção “Still poppin” é a música para você curtir de montão. Nesta execução as batidas são impactantes, cadenciadas e ajudam no groove. Além disso, o refrão mostra muita personalidade e poder de empolgação.

Na sequência, chega a canção “Let’s fly” com mais um balanço gostoso para se ouvir em dias ensolarados. Uma das coisas boas neste disco é a sonoridade polida que a produção entrega ao ouvinte. Aqui, todas as nuances são perceptíveis, as texturas sonoras são quase palpáveis e o produto final é como diamante polido. Em músicas como “Treat me like a queen”, onde buscam um estilo R&B, os predicados são ainda mais destacáveis, como a voz poderosa de Amara e os arranjos da música. Depois disso, o talento da cantora segue com “The potion”, uma canção melódica e introspectiva.

Ao longo do álbum você percebe que ele foi elaborado com cuidado, atenção e dedicação. Qualidades que você encontra também em “Reborn”. Dessa forma, sabe-se que Amara nasceu para brilhar, pois desde o início – pelo menos em seu primeiro álbum – a talentosa menina recebe um suporte sensacional para suas músicas funcionarem. É o caso de “Moves”, por exemplo. Uma música tão honesta quanto cativante. Quem também está nessa mesma vitrine é “Unstoppable”, onde Amara garante boa performance vocal. Entre todas do álbum, talvez “Soul snatcher” seja a música mais introspectiva, onde a americana põe mais para fora os seus sentimentos.

Com uma melodia suave, mas marcante, “Venom Kiss” também enfileira-se ao repertório com efeitos etéreos, tais como a própria voz da cantora que nos hipnotiza desde a primeira canção. Em “Shift” as variações ocorridas são muitas, embora a essência seja a mesma para todas as músicas. Você pode conferir essa pluralidade também em “Have not”, que é uma das músicas mais curtas do repertório, embora cativante. Agora, “Shine on me”, com seu apelo soul pop é uma das mais empolgantes e possui bastante singularidade referente às outras. Uma verdadeira peça de descontração, dança e entretenimento. Aqui, a nossa Amara canta muito!

Chegando quase à reta final, a relação de faixas traz a dançante “I sing, I rap” com um gingado gostoso em sua estrutura. A sua sucessora, “Accomplishments”, é mais uma que te laça pelos climas eletrônicos com bom serviço de sintetizador. E para finalizar, “Swag like mine” talvez seja a música mais pop de todas, aquela que serve para fazer um projeto de divulgação do álbum. Em resumo, “Shift” é um disco longo, mas devido à variação de ritmos e climas gerados, não se torna cansativo ouvi-lo. Na verdade, este álbum merece ser ouvido no talo para se ter uma ideia completa da dimensão de sua qualidade.

Ouça “Shift” pelo Spotify:

Saiba mais em:

https://music.amazon.com/albums/B0FLW63M3Z/?trackAsin=B0FLW4B1N8&do=play&ref=dm_sh_dLMN6oAprkjaO0kmlydTXh4rz&ts=1754783915
https://youtube.com/channel/UCCIy5S_m51yZ_Gr_vR3oy6Q?si=Md9fp_xtdc9SROKR
https://www.instagram.com/amara_fe_?igsh=MWg3Y2N0N3g0ZTh4Mw%3D%3D&utm_source=qr

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