É com o som ambiente do estridular do grilo que a canção tem seu início declarado. Conseguindo instigar e aprimorar o lado sensorial do ouvinte, que, a partir do primeiro indício sonoro, é capaz de inferir uma paisagem noturna, a canção vai além e oferece sugestões mais ásperas que induzem ao toque da pá sobre a terra seca – e é aí que a magia acontece.
A partir desse som ambiente, a canção o utiliza como um primeiro indício rítmico enquanto o violão vai assumindo a dianteira melódica com uma sonoridade minimamente swingada. É nesse mesmo ínterim que o enredo lírico começa a ser desenvolvido, de forma a ilustrar a harmonia existente entre o vocal cru de Joseph Turner e o seu time de backing vocals.
Introspectiva, instrumentalmente minimalista e linear no que tange ao seu aspecto rítmico-melódico, a canção acaba, justamente por essas razões, criando um estímulo hipnótico sobre o ouvinte. Capturado por esse estímulo sensorial, portanto, o espectador percebe, quanto mais a obra caminha e avança em meio à sua própria desenvoltura, a existência de uma igualmente linear camada harmônica. É assim que Backbone, com a sua base roots rock, dialoga abertamente sobre determinação e perseverança de uma forma convidativamente reflexiva.
Mais informações:
Spotify: https://open.spotify.com/intl-fr/artist/1ijpg7j9Cah4NErYPVA14w
Site Oficial: https://josephturnermusic.com
Facebook: https://facebook.com/josephturnerandthedudes
Twitter: https://x.com/jtandthedudes
SoundCloud: https://soundcloud.com/josephturnermusic
Bandcamp: https://josephturner.bandcamp.com
YouTube: https://www.youtube.com/@josephturnerofficial




