Recentemente, Makhyli foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, e a música é baseada em como ela se sente às vezes. Mais um exemplo de como a arte é terapêutica e ainda traz entretenimento de qualidade a quem a aprecia.
Basta ouvir “Hissy Fit”, um trabalho versátil, que além de execução primorosa dos instrumentos, transita por climas diversos. Com guitarra poderosa e uma cozinha que massifica a vibração desse poder, ela entrega linhas vocais que soam ora agressivas e ora suaves e mais sensuais. Um som com muita personalidade, que revela a identidade de uma artista que empolga desde o início.




