Não tem muito o que questionar. Desde seu início imediato, a canção faz com que o ouvinte mergulhe na noite. No vibrante no turno. E, enquanto isso, propõe o enaltecimento de uma energia envolvente e dançante, que embala, contagia e instiga o ouvinte a mexer o corpo no ritmo amasiado do beat.

Ainda que por um momento traga ao espectador a ideia de mergulhar profundamente no campo da house music, a canção vai envolvendo a audiência em meio a uma desenvoltura impregnada em brisas indietronics marcantes. Afinal, ela não deixa de ser dançante ou de transpirar uma base eletrônica, mas confere nuances frescas e inéditas que fortalecem o diálogo de Kyle Waves de que, em Picture In My Phone, tenta se desvencilhar de uma garota que tenta retomar um relacionamento há muito infrutífero.

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