Seu início não traz consigo uma estrutura rítmico-melódica apenas requintada. Envolvida em doçura, singeleza e um toque sensual educadamente provocante, a obra já consegue denunciar a existência do jazz como seu principal ingrediente, de forma a torná-la charmosa e contagiante.
Fresca e saborosamente doce, a faixa é respaldada por um escopo lírico construído por uma voz feminina de nuances lexicalmente açucaradas que envolvem o ouvinte em um instante de profundo torpor. Por meio da interpretação verbal assumida por Samantha Leah, Acrobat, além do charme classicista do jazz, acaba sendo agraciada também pela presença do R&B em sua receita conjuntural.
