Suja, estridente e crua, a canção já tem seu início marcado por uma postura que mistura intensidade, pungência e imposição. Explosiva e crua, é interessante perceber como ela combina contextos do rock alternativo com pitadas de grunge. Principalmente, a faixa chama a atenção por trazer, em meio à interpretação lírica de Ryan Reno, referências marcantes a um estado de esquizofrenia típico de David Byrne vivido especialmente em Psycho Killer, single do Talking Heads.
Áspera, mas capaz de reviver a atmosfera e a energia de um rock do final dos anos 90, a faixa combina detalhes sonoros que a ambientam, também, ao início dos anos 2000. Curiosamente contagiante em meio à sua paisagem rascante, Relapse serve como um prato de entrada ao som de Reno, que acaba de se lançar no mercado musical global.




