A evolução pode deixar muita coisa na sala de edição, mas sempre preserva o que é essencial — não apenas para a sobrevivência, mas para si mesmo. Por quase uma década, dois guitarristas e compositores em duelo, Austin Smith e Mark Tegio, construíram a espinha dorsal de sua banda homônima, aprimorando suas composições americanas consagradas.

Sua música foi moldada por anos de trovadores pela I-5, de San Diego a Seattle. Com o tempo, seu som evoluiu de suas raízes mais folk, inspirado por nomes como Doc & Merle Watson e sua interação com as guitarras, além de explorar as linhas deixadas por Townes Van Zandt e Blaze Foley, tentando aprender as lições que esses heróis quebrados deixaram para trás. Enquanto Smith e Tegio dividiam seu tempo entre Portland e Santa Cruz, uma nova equipe de músicos entrou na mistura da Califórnia Central, expandindo seu som de maneiras que a dupla talvez não soubesse que precisava — até que eles descobriram que precisavam. Entra em cena The Lowtimers.

Esta nova banda de cinco integrantes — Tegio (guitarra e vocal), Smith (guitarra, vocal e gaita), Tim Kelso (bateria), Andrew Dreher (baixo e harmonias) e Payton Vermeesch (pedal steel) — permanece enraizada na soul americana, mas agora a coloca sobre uma nova paisagem sonora, injetando empatia e energia renovadas em canções que pintam retratos ocidentais sábios de vidas e amores no caminho da redenção, onde o objetivo é menos sobre prosperidade e mais sobre paz de espírito. Os Lowtimers lançaram seu álbum de estreia, Cracks, em 16 de maio. — e com ele, seu single “Cracks”, disponível a baixo, no Spotify.

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